domingo, 9 de agosto de 2009

Simplesmente, Lúcia

Dica de Filme Educacional II


A Voz do Coração


Sinopse:

Pierre Morhange (Jacques Perrin) é um famoso maestro que retorna à sua cidade-natal ao saber do falecimento de sua mãe. Lá ele encontra um diário mantido por seu antigo professor de música, Clémente Mathieu (Gérard Jugnot), através do qual passa a relembrar sua própria infância. Mais exatamente a década de 40, quando passou a participar de um coro organizado pelo professor, que terminou por revelar seus dotes musicais.
Após o filme converse sobrre:

O que mais te tocou no filme? Por quê?

Você acha que o professor gosta de seu trabalho? Por quê?

Você acha que as crianças gostam de ir à escola? Por quê?

Você acha que elas gostavam do professor e do inspetor de alunos? Por quê?

Depois refleta sobre outros pontos.

Uma situação Educativa


Numa situação educativa temos:


* Ponto de Partida
* Ponto de Chegada
* Caminho


Exemplo:

Seria quando por exemplo: estamos trabalhando o tema Dengue, já fizemos rodas de conversa sobre o assunto, pesquisamos, socializamos,etc E agora? Simularemos uma situação ou cantinho, com uma situação real, ou seja, locais onde o mosquito podem vir a parecer e aí? Qual a ação da criança depois de todo o trabalho feito antes ( rodas de conversas, pesquisas, socializações, etc ) ?. Nesse momento que o educando/criança terá adesão livre para por em prática o que aprendeu...
Já que Situação Educativa, é aquela em que se dá uma superação de um estado a outro, mediante um caminho.

Dica de filme educacional


Um excelente filme para trabalhar a prática cotidiana do professor aliado ao planejemento e ao desafio de sala de aula.

Análise do filme:

1-Traçar um paralelo entre o filme e atualidade com relação à função:
a) Da escola
b) Do aluno
c) Do professor
2- Foi possível identificar algumas situações ocorridas no filme com o cotidiano da sala de aula?
Justificar:

Fonte: desconhecida

sábado, 8 de agosto de 2009

Baú de Experiência II


Escola um espaço de mudança


A escola pode ser um espaço de mudança a partir do momento que ponho este questionamento com base de minha profissão: "Como minha intervenção educativa pode auxiliar na formação integral dessa criança?" Este questionamento, que vai me nortear a vida toda. E fazer com que, não caia, sem perceber, no discurso da profissionalização ou da cidadania.
O professor esta ali, para instigar a criança e não para ensinar técnicas ou comportamentos adequados para viver em sociedade. A criança é um coração carregado de perguntas e esperança. E essa mudança quando, baseada neste questionamento são recíprocos...quem ensina aprende x quem aprende ensina.


CONHECIMENTO PESSOAL: A COR DO SENTIMENTO


OBJETIVOS: Identificar os próprios sentimentos e expressá-los, partilhando-os com o grupo.


MATERIAL: Lápis de cor


PROCEDIMENTOS: Durante os primeiros 5 minutos eu solicitei as crianças que se concentrasse, fechando os olhos, procurando uma interiorização e uma conscientização acerca dos próprios sentimentos no momento.
Decorridos os cinco minutos, e abrindo os olhos, eu pedi que cada criança, em silêncio, escolha um lápis de cor, relacionado a cor dele com os sentimentos do momento.
Prosseguindo, formam-se subgrupos obedecendo às cores dos lápis de cores, resultando daí grupos numericamente variados.
Cada criança desses grupos explicou para o seu grupo o relacionamento encontrado entre a escolha da cor do lápis e os seus sentimentos do momento.
Terminada esta etapa do exercício, todos se despediram uns dos outros com um abraço.
No dia seguinte...e eu solicita que todos procurem expressar seus sentimentos do momento, através de uma forma dada ao pedaço de papel. O importante não é tanto se a forma dada ao papel seja muito exata, mas o que esta forma representa.
A seguir formam-se novos subgrupos, ajuntando os membros pela semelhança das formas dadas ao papel, e durante alguns minutos cada um expôs ao grupo o significado do formato dado.
Terminada esta etapa do exercício, todos se despediram uns dos outros com um beijo. A dinâmica foi realizada ao som de música instrumental.
Desfeitos os subgrupos, seguem-se, em plenário, os comentários acerca da vivência deste exercício.


Eu fiquei muito emocionada, com a relação deles com a cor escolhida e o que esta naquele momento significava para eles...eu também participei da dinâmica e durante vários dias se comentavam sobre a mesma, em vários momentos eles a aplicavam. Porém no dia seguinte...na parte II da dinâmica , muitas crianças choraram e eu me emocionei muitos e enchi meus olhos de lágrimas com os relatos, as formas mais feitas foram: avião, barco e chapéu, que representa passeios , viagens alegrias e tristes. Porém dois me chamaram a atenção. Uma criança falou que tinha feito um Diamante, pois queria da para o pai dela, que foi embora e ele não sabia, mais ele é um Diamante para ela, a irmã e a mãe...e deste que ele foi embora elas choram e sofrem muito. A outra fez uma carta, pois lembrava que quando o pai dela foi embora ela escreveu uma carta para ela voltar e ele respondeu dizendo que não ia voltar...e ela ficou muito triste, junto com a irmã e a mãe. Até agora quando eu lembro me emociono, e acredito que não só eles me conheceram melhor com esta dinâmica com eu também os conheci, e nós mudamos uns com os outros pelos fato de agora nos conhecermos melhor, E nossas atitudes mudou muito deste então.


Pois a partir do momento que nos conhecemos, cada um soube o ponto de partida de cada um, por isso que nosso relacionamento ficou ainda melhor...ponto de chegada.

Gostaria de compartilhar, esta experiência com vocês...


Queridos ( as ), divida as suas comigo também, bjs.

Baú de Experiência I


Dinâmica: Chupa ai.


Objetivo: Estimular o Trabalho em Equipe.

Materiais: Uma bandeija e balas de acordo com o nº de crianças. As balas devem ser colocadas dentro da bandeija.Procedimento: forma-se um circulo, disse então as crianças: ' vocês terão que chupar uma bala, só que não poderão usar suas mãos para desembrulhar a bala e colocar em sua própria boca'.As crianças ficaram loucas pensando como fazer isso, coloquei a bandeija no chão. Algumas crianças até pegaram a bala com a boca e tentaram desembrulhar na boca.Esperava que eles se ajudassem, uma criança peguo a bala com as mãos, a desembrulhou e colocou na boca do outro. Quando eles descobriram, como fazer isso riram e falaram: era só deixar o amigo te ajudar. E o mais interessante de tudo foi a avaliação depois no plenário. Como eles mesmo destacarma para mim, ninguém faz nada sozinho sempre precisamos do outro e as vezes ele está do nosso lado, e insistimos em realizar tudo sozinho.Muito divertida esta dinâmica! E rica em apredizagem.
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Muito boa esta dinâmica e gostaria de compartilhar, com vocês.


Qualquer idéia, divida a comigo...obrigada.

Madalena Freire


“Muito cedo nasceu dentro de mim a vontade, o desejo de ser professora.Era mês de janeiro, Praia de Rio Doce, Recife, casa alugada de “Seu Franca”, muro alto, “casa moderna” – porque os móveis, mesa e cama eram embutidos na parede, ou seja eram feitos de alvenaria... . Uma verdadeira sensação!
Vivíamos nesses meses de férias um ritual à beira do mar que me fascinava! O dia começava antes de amanhecer. Minha mãe nos chamando para “ver o sol nascer” às 4:45 da manhã!... Banho de mar vendo aquela bola de fogo, imã de alegria e energia inebriante! Depois, “café com pão e manteiga”, praia, banho de mar, banho de mar. Almoço, feijão, arroz, peixe e peixe. Depois do almoço o decreto vinha: “ninguém entra no mar antes de fazer a digestão”! Só se volta à praia às 15 horas! Ai que sofrimento!
A espera do mar era consolada com a promessa de “tomar sorvete quando o sorveteiro passar...” assim, nesta tarde de janeiro, na espera do sorveteiro, sua demora nos anunciou que não viria... Desta falta nasceu uma brincadeira de sorveteiro onde minha revelação profissional aconteceu.
A função do sorveteiro era vivida, representada, de modo rodiziado. Cada um de nós tinha a vez de ser sorveteiro. Quando chegou a minha vez, encantei-me e me achei no extremo prazer em ensinar como se passava a espátula alisando a massa do sorvete para que não caísse do copo!
Somente muitos e muitos anos depois daqueles seis anos de idade, estudando sobre a importância da brincadeira, do jogo simbólico na vida de uma criança que, não foi à toa, a vontade de ser professora nasceu num momento como aquele.
Ao terminar a brincadeira corri para a casa e anunciei à minha mãe: “quero ser professora”! Desde aí começou a minha busca.”